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Hélio dos Anjos, treinador do Náutico - Foto: Gabriel França/CNC
Hélio dos Anjos, treinador do Náutico - Foto: Gabriel França/CNC

O Náutico empatou em 1 a 1 com a Ponte Preta, em partida realizada no Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. O técnico Hélio dos Anjos lamentou o gol sofrido nos minutos finais, que impediu a vitória do Timbu.

Após o jogo, em coletiva de imprensa, o treinador elogiou a atuação da equipe, destacando a performance de jogadores como Lucas Cardoso e Wenderson, que não vinham atuando com frequência.

“Nós estávamos em campo com alguns jogadores que não jogam normalmente. O Lucas entrou até com sacrifício, medicado após o aquecimento. Sabia da dificuldade, mas ele fez o que eu queria. Wenderson também sentiu o jogo por não estar atuando muito”, explicou.

Para Hélio dos Anjos, o time se adaptou bem à proposta de jogo da Ponte Preta, conhecida por sua intensidade física. “A proposta de jogo da Ponte Preta é muito física, e nós fizemos um belo jogo. Ordenamos bem o ataque e saímos bem. Coloquei profundidade dos dois lados, o que fez o time deles baixar. Jogamos com a linha alta com tranquilidade”, analisou.

O comandante do Timbu acredita que os próximos dois jogos serão decisivos para alcançar o acesso à Série B. O primeiro desafio será contra o Guarani no sábado, no Estádio Brinco de Ouro, em Campinas. “Tudo será resumido nas duas últimas rodadas. Teremos um jogo muito importante contra o Guarani. Vamos crescer, ficar fortes e encarar como uma decisão no Brinco de Ouro”, afirmou.

Mostrando confiança, o técnico declarou acreditar que a sorte estará ao lado do time e que o acesso ainda é possível. “Acho que a sorte ainda vai clarear para nós e vamos entrar nos dois últimos jogos com decisão. Não tenho qualquer temor”, disse.

Hélio dos Anjos também comentou sobre a confusão ocorrida no aeroporto, onde torcedores protestaram contra o elenco. O treinador acredita que a situação foi planejada por membros de torcidas organizadas. “Eu não sou idiota. Conheço o Náutico, as pessoas de dentro e de fora. Não tenho dúvida de que aquilo foi armado para nós”, declarou.

O técnico enfatizou que a atitude foi uma falta de respeito com os profissionais do clube e que não tolerará tais incidentes enquanto estiver no comando. “Quero subir com o Náutico, mas acima de tudo, quero respeito com o Náutico. Aquilo no aeroporto é falta de respeito com os profissionais. Sei o que meus jogadores sentiram”, concluiu.

Fonte: www.folhape.com.br

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