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© João Valério/Governo do Estado de SP
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Uma operação conjunta das secretarias estaduais de Saúde e Segurança Pública de São Paulo resultou na apreensão de 117 garrafas de bebidas sem rótulo e sem comprovação de origem nesta segunda-feira. A ação ocorreu em três estabelecimentos localizados nos bairros do Jardim Paulista e Mooca.

A força-tarefa, que contou com a participação do Centro de Vigilância Sanitária (CVS) estadual e da Vigilância em Saúde do Município de São Paulo (Covisa), investiga a possível comercialização de bebidas adulteradas com metanol, substância altamente tóxica.

As garrafas confiscadas foram encaminhadas para análise pericial no Instituto de Criminalística da Polícia Técnico-Científica. Dois dos estabelecimentos fiscalizados foram autuados por irregularidades sanitárias. As investigações estão sendo conduzidas pela Divisão de Investigações sobre Infrações contra a Saúde Pública, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), através da 1ª Delegacia de Polícia.

Desde junho deste ano, o estado de São Paulo confirmou seis casos de intoxicação por metanol relacionados ao consumo de bebidas adulteradas. Atualmente, dez casos estão sendo investigados, incluindo três mortes. As vítimas são um homem de 58 anos em São Bernardo do Campo, um homem de 54 anos na capital paulista e um terceiro, de 45 anos, sem residência identificada.

Diante do risco, o CVS alerta para os perigos do consumo de bebidas alcoólicas de origem clandestina ou sem procedência confiável. A recomendação é que bares, empresas e consumidores redobrem a atenção quanto à origem dos produtos, adquirindo apenas bebidas de fabricantes legalizados, com rótulo, lacre de segurança e selo fiscal, evitando opções de origem duvidosa para prevenir casos de intoxicação.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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