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Mundial de Atletismo Paralímpico - Foto: Cris Mattos/CPB
Mundial de Atletismo Paralímpico - Foto: Cris Mattos/CPB

O Campeonato Mundial de Atletismo Paralímpico, sediado em Nova Déli, Índia, chega ao seu último dia neste domingo (5), com o Brasil na liderança do quadro de medalhas e a possibilidade de conquistar o título geral pela primeira vez na história da competição. A delegação brasileira soma atualmente 12 medalhas de ouro, superando a China, que ocupa a segunda posição com nove ouros.

A disputa segue acirrada, e caso haja empate no número de ouros, o critério de desempate será o número de medalhas de prata, seguido pelo número de bronzes. Até o momento, o Brasil possui 19 pratas contra 18 da China, mas está atrás em número de bronzes, com 7 contra 14 da nação asiática. A situação da medalha de prata conquistada por Thiago Paulino no arremesso de peso da classe F57, no sábado (4), ainda está pendente de análise, após um protesto formalizado pela equipe finlandesa e um recurso apresentado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro.

A programação de finais com atletas brasileiros neste domingo (5) começa com Zileide Cassiano e Jardênia Félix competindo no salto em distância da classe T20. Na sequência, Lorraine Aguiar e Clara Daniele disputam as medalhas nos 200 metros da classe T12, caso se classifiquem nas semifinais.

Thalita Simplício e Jerusa Geber prometem uma disputa acirrada nos 100 metros da classe T11. Jerusa, atual campeã paralímpica na prova e já detentora de um ouro em Nova Déli, busca se isolar como a maior medalhista brasileira em Mundiais de atletismo, título que atualmente divide com Terezinha Guilhermina, ambas com 12 medalhas.

Aser Ramos também entra em ação na final do salto em distância da classe T36, seguido por Edenilson Floriani na decisão do arremesso do peso da classe F63. A manhã continua com a possibilidade de medalhas nas provas de 200 metros, com Fernanda Yara e Maria Clara Augusto na classe T47 e Romildo Pereira dos Santos na classe T44.

Alan Fonteles encerrará a participação brasileira nas finais, competindo nos 400 metros da classe T62. Wallison Fortes também pode somar pontos para o Brasil na final dos 200 metros da classe T64, dependendo de sua performance nas semifinais.

A melhor campanha do Brasil em Mundiais de Atletismo Paralímpico foi registrada na edição anterior, em Kobe, Japão, onde a equipe conquistou o segundo lugar no quadro geral com 19 ouros, 12 pratas e 11 bronzes. Em número total de medalhas, o destaque foi a participação nos jogos de Paris, com 47 pódios.

Fonte: www.folhape.com.br

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