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Campina Grande aparece na posição 273 no ranking de qualidade de vida entre os mais de 5500 mun...
Campina Grande aparece na posição 273 no ranking de qualidade de vida entre os mais de 5500 mun...

No dia em que Campina Grande, a “Rainha da Borborema”, celebra 161 anos, seus monumentos e ruas se revelam como testemunhas silenciosas de uma história rica e multifacetada. Marcos e esculturas espalhados pela cidade narram capítulos importantes e homenageiam figuras que moldaram sua identidade.

Um estudo recente destacou nove monumentos principais, explorando suas histórias, representações e o contexto em que foram erguidos. A pesquisa investigou também o porquê do possível esquecimento de alguns desses marcos.

Um dos exemplos é a estátua de Juscelino Kubitschek, na Praça da Bandeira, erguida há cerca de 70 anos para celebrar a chegada das águas do Açude de Boqueirão à cidade. Na Praça Clementino Procópio, um monumento da década de 60 homenageia o ex-governador Argemiro de Figueiredo. Interessantemente, o espaço é hoje frequentado por um grupo social que ele criticava.

O centro histórico abriga o monumento a João Rique, em frente ao edifício de mesmo nome, o primeiro da cidade a ter elevador. Campina Grande também se destaca por ter sido a primeira cidade da Paraíba a homenagear João Pessoa com uma estátua.

Ao redor do Açude Velho, cinco monumentos se destacam como cartões-postais: “Os Pioneiros da Borborema”, “A Farra da Bodega” (exaltando Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga), e o Monumento do Sesquicentenário. A estátua de João Carga D’água, líder da Revolta de Quebra-Quilos, também marca presença, apesar de apresentar sinais de vandalismo. Outro monumento é dedicado a Vergniaud Wanderley, prefeito responsável por transformações urbanísticas importantes.

Fonte: jornaldaparaiba.com.br

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