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Números mostram que a maioria das empresas ainda carece de políticas estruturadas de prevençã...
Números mostram que a maioria das empresas ainda carece de políticas estruturadas de prevençã...

O aumento nos casos de burnout entre jovens adultos tem acendido um alerta sobre a importância de políticas de prevenção e acolhimento no ambiente de trabalho e na vida pessoal. Dados recentes indicam que quatro em cada dez pessoas entre 18 e 30 anos relatam sintomas da síndrome, um aumento de 15% em relação ao ano anterior.

Um levantamento com mais de 400 mil trabalhadores em grandes empresas brasileiras revelou que a geração Millennial lidera os afastamentos por transtornos mentais, seguida pela geração Z.

Especialistas destacam que o burnout é resultado de estresse crônico e prolongado, exigindo tratamento profissional e uma rede de apoio consistente para a recuperação. Família, amigos e colegas de trabalho podem desempenhar um papel crucial, oferecendo escuta, incentivando hábitos saudáveis e acompanhando o tratamento.

Atitudes como ouvir sem julgar, respeitar os limites, validar sentimentos e oferecer companhia são fundamentais para fortalecer essa rede de apoio.

No ambiente corporativo, a prevenção do burnout deve ser parte integrante da estratégia das empresas. Um RH preventivo fortalece a cultura organizacional, acompanha o clima da equipe e treina líderes para identificar sinais de sobrecarga.

Ações eficazes incluem a criação de espaços de diálogo aberto, a revisão de metas e processos que geram pressão excessiva, a promoção da transparência e o estímulo ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Falar abertamente sobre saúde mental e criar um ambiente seguro para a expressão são sinais de maturidade organizacional.

Sinais de alerta como cansaço constante, dificuldade de concentração, alterações no sono e irritabilidade devem ser levados a sério. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar que a síndrome evolua para quadros mais graves, como a depressão.

Em caso de necessidade, existem diversos serviços públicos de saúde que oferecem ajuda gratuita, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e o Centro de Valorização da Vida (CVV).

Fonte: jornaldaparaiba.com.br

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