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Estádio dos Aflitos - Foto: Gabriel França/CNC
Estádio dos Aflitos - Foto: Gabriel França/CNC

O próximo presidente do Náutico, a ser eleito no dia 30 de novembro nos Aflitos, enfrentará desafios cruciais para o futuro do clube. A disputa entre o atual presidente, Bruno Becker, e o candidato da oposição, Pablo Vitório, deve focar em dois pontos principais: o planejamento para o futebol e a possível transformação do clube em Sociedade Anônima de Futebol (SAF).

A preparação para a temporada 2026 já está em andamento, com mudanças no elenco. Jogadores como o goleiro Wellerson, o volante Igor Pereira, o meia Patrick Allan e o atacante Kelvin não permanecerão no grupo. Além disso, atletas da base, Thalissinho e Kauan Maranhão, foram emprestados. A permanência do técnico Hélio dos Anjos está atrelada à reeleição de Becker, o que significa que uma vitória de Vitório poderia resultar em mudanças na comissão técnica e na estrutura do departamento de futebol, atualmente liderado por Edgard Montemor.

Outra questão importante é a filiação do Náutico a um dos blocos de clubes que negociam os direitos de transmissão: Liga Forte União (LFU) ou Liga do Futebol Brasileiro (Libra). Há dois anos, o clube recusou uma oferta da Liga Forte Futebol de R$ 10 milhões por 20% dos seus direitos de . Agora, disputando a Série B, o Náutico tem a oportunidade de negociar um contrato mais vantajoso. Paralelamente, o clube está buscando um novo fornecedor de material esportivo, já que o contrato com a Diadora não será renovado.

A discussão sobre a SAF, após o fim das negociações com o Consórcio Timbu, que previa um investimento de R$ 1 bilhão em 10 anos, volta à pauta. O acordo não avançou devido à discordância em relação à posse de parte do terreno do Centro de Treinamento Wilson Campos. Becker já havia indicado que o tema seria retomado após a Série C, e Vitório também deve abordar a questão em sua campanha.

Fonte: www.folhape.com.br

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