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Equipes da Perícia Criminal da Polícia Civil durante reconstituição do crime que provocou a m...
Equipes da Perícia Criminal da Polícia Civil durante reconstituição do crime que provocou a m...

Em Sapé, equipes da Polícia Civil realizaram a reconstituição do crime que vitimou um casal de idosos em agosto. Nelson e Célia Honorato foram encontrados mortos, enterrados em uma área rural da cidade, em avançado estado de decomposição.

Dos quatro suspeitos de envolvimento no caso, três foram levados ao local do crime. Nicolas Jefferson, de 19 anos, apontado como o executor das mortes, e Severino, suspeito de imobilizar Célia Honorato, participaram da reconstituição. Ailton Nascimento, identificado como mandante do crime, e o quarto investigado, cuja identidade não foi divulgada, se recusaram a participar da simulação.

A reconstituição teve como objetivo esclarecer detalhes não elucidados pela perícia e resolver inconsistências nos depoimentos dos envolvidos. O exame de reprodução simulada buscou recriar a dinâmica dos eventos que levaram à morte do casal.

A presença da polícia militar e penal foi necessária para conter a agitação de moradores e vizinhos das vítimas, que se reuniram no local para protestar e pedir justiça.

Após a reconstituição, os investigados foram reconduzidos ao presídio. As informações coletadas serão analisadas pela perícia criminal, que comparará as versões dos suspeitos com as evidências já reunidas.

De acordo com as investigações, Célia e Nelson Honorato desapareceram em 18 de agosto, data em que teriam sido assassinados. A polícia apurou que o casal planejava vender a casa e se mudar para João Pessoa. Ailton se apresentou como corretor de imóveis, ganhando a confiança dos idosos sob o pretexto de encontrar compradores para a propriedade. A motivação do crime seria a posse da casa.

No dia do crime, Ailton levou Nicolas Jefferson à casa das vítimas, apresentando-o como interessado em alugar uma casa nos fundos da propriedade. Durante a visita, Nicolas teria atacado Nelson Honorato com um martelo. Ailton teria finalizado a execução, desferindo vários golpes na vítima. Célia, que estava fora em uma consulta médica, também foi atraída para os fundos da casa, onde foi atacada e morta por Nicolas. O filho do casal foi mantido trancado em um quarto durante o crime. Os corpos foram levados para uma área de mata e enterrados. Nicolas confessou o crime e apontou Ailton como mandante.

Fonte: jornaldaparaiba.com.br

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