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© Tânia Rêgo/Agência Brasil
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O Rio de Janeiro registrou um marco histórico no turismo internacional em 2025, atraindo quase 1,8 milhão de visitantes estrangeiros entre janeiro e outubro. Esse número já supera o total de turistas internacionais que visitaram o estado durante todo o ano de 2024, quando foram contabilizados 1,5 milhão.

Os dados revelam um aumento de 48,8% em comparação com os primeiros oito meses do ano anterior. As projeções indicam que, mantendo o ritmo atual, o Rio de Janeiro poderá ultrapassar a marca inédita de 2 milhões de turistas estrangeiros até dezembro. Apenas em outubro, a cidade recebeu 164.593 turistas internacionais, representando um crescimento de 25,6% em relação ao mesmo período de 2024.

A Argentina lidera a lista de países de origem dos turistas, com 648.911 visitantes, seguida pelo Chile (303.341), Estados Unidos (174.163), Uruguai (85.948) e França (70.916).

Além da capital, o interior do estado também tem se beneficiado do aumento do fluxo turístico, impulsionando a economia local em pousadas, restaurantes e comércios.

A prefeitura do Rio de Janeiro estima que o verão de 2026 será ainda mais promissor para a economia da cidade. Entre dezembro de 2024 e março de 2025, a arrecadação de impostos (ISS) provenientes do turismo e eventos atingiu R$ 142,6 milhões, representando um crescimento de 17,7% em relação ao verão anterior. Caso essa tendência se mantenha, a arrecadação no verão de 2026 poderá alcançar R$ 164,3 milhões em impostos.

No verão de 2025, a cidade recebeu 5 milhões de visitantes, sendo 918,5 mil estrangeiros e 4,1 milhões de brasileiros, um aumento de 14,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. A chegada de turistas internacionais cresceu 35,6%, enquanto o público nacional avançou 10,3%. Se a tendência se repetir, o verão de 2026 deve atrair 5,7 milhões de turistas, incluindo 1,2 milhão de visitantes internacionais e 4,5 milhões de brasileiros.

As praias cariocas também representam um importante motor econômico, movimentando cerca de R$ 5,1 bilhões por ano em atividades comerciais, sem incluir quiosques e restaurantes da orla.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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