PUBLICIDADE

© Tomaz Silva/Agência Brasil
© Tomaz Silva/Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) almeja expandir o modelo de escolas de tempo integral para 100% do território nacional até 2026. A iniciativa visa proporcionar uma educação mais completa e abrangente para os alunos da educação básica, indo além do tempo de permanência na escola. Atualmente, a cobertura do ensino integral se aproxima de 90% do país, e o MEC planeja definir, ainda este ano, a estratégia para consolidar essa expansão. Além disso, o ministério espera avanços significativos na alfabetização infantil e na conectividade das escolas. Paralelamente, o governo busca consolidar programas como o Pé-de-Meia e o Compromisso Nacional Toda Matemática, visando aprimorar a qualidade da educação em todos os níveis.

Ampliação do Ensino Integral: Metas e Estratégias

O MEC tem como meta ambiciosa universalizar o acesso à educação integral em todo o Brasil até 2026. Essa expansão não se limita apenas ao aumento do número de escolas que oferecem essa modalidade, mas também à garantia da qualidade do ensino e da infraestrutura adequada.

Alfabetização e Conectividade como Prioridades

Além da ampliação do ensino integral, o MEC está focado em outras áreas cruciais para o desenvolvimento da educação no país. A expectativa é alcançar 64% das crianças alfabetizadas na idade correta, um indicador fundamental para o sucesso acadêmico futuro. Outro objetivo importante é garantir que 80% das escolas brasileiras tenham acesso à internet para fins pedagógicos até o final de 2026, um avanço significativo em relação aos atuais 64%.

Qualidade da Educação Integral: Além do Tempo na Escola

A secretária de Educação Básica do MEC, Katia Schweickardt, destaca que o ensino integral vai além do aumento da carga horária. Para ser efetivo, ele deve envolver a formação de professores qualificados, infraestrutura adequada e uma abordagem pedagógica que considere as necessidades e riquezas de cada região do país.

A Importância da Intersetorialidade e do Território

Katia Schweickardt enfatiza a importância da relação intersetorial para o sucesso do ensino integral. Segundo ela, a comunidade escolar precisa entender a prática educacional para além dos muros da escola, com o suporte de outras áreas como saúde, cultura e esporte. Além disso, é fundamental considerar as particularidades de cada território na construção do currículo e na programação das atividades, garantindo que o ensino seja relevante e significativo para os alunos.

Conclusão

A iniciativa do MEC de expandir o ensino integral para todo o país representa um passo importante para a melhoria da qualidade da educação brasileira. Ao investir na formação de professores, na infraestrutura das escolas e na intersetorialidade, o governo busca oferecer uma educação mais completa e abrangente para todos os alunos, preparando-os para os desafios do futuro.

FAQ

1. O que é considerado ensino integral pelo MEC?

O ensino integral é definido como aquele que oferece pelo menos sete horas diárias de atividades durante cinco dias da semana, totalizando 35 horas semanais.

2. Quais são os principais desafios para a expansão do ensino integral?

Os principais desafios incluem a formação de professores qualificados, a garantia de infraestrutura adequada e a necessidade de uma abordagem pedagógica que considere as particularidades de cada região do país.

3. Como o MEC pretende garantir a qualidade do ensino integral?

O MEC pretende garantir a qualidade do ensino integral por meio da formação de professores, da melhoria da infraestrutura das escolas e da promoção da intersetorialidade, envolvendo outras áreas como saúde, cultura e esporte.

Você acredita que o ensino integral pode transformar a educação no Brasil? Compartilhe sua opinião nos comentários e ajude a disseminar essa importante iniciativa!

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

Destaques Alagoas em Dia

Relacionadas

Menu