Destaque para o Brasil nos Campeonatos Mundiais de Atletismo e Judô
O ano de 2025 foi marcado por desempenhos históricos nos Campeonatos Mundiais de atletismo e judô, nos quais o Brasil ocupou o topo do quadro de medalhas. O Brasil foi campeão mundial de esqui cross country em Trondheim, na Noruega, com Cristian Ribera se tornando campeão mundial de esqui cross country em Trondheim, na Noruega.
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Em fevereiro, Cristian Ribera se tornou campeão mundial de esqui cross country em Trondheim, na Noruega, na prova de sprint. O rondoniense é esperança de medalha para o Brasil na Paralimpíada de Inverno, que será nas cidades italianas de Milão e Cortina, em março de 2026.
A seleção brasileira da classe quad (atletas com limitações em ao menos três membros) chegou à final pela primeira vez, conquistando a prata, superada pela Holanda, na Copa do Mundo de tênis em cadeira de rodas, disputada em Antalya, na Turquia.
Em maio, a seleção brasileira de judô foi 13 vezes ao pódio, sendo cinco no topo, liderando o quadro de medalhas de maneira inédita. O evento consagrou a paulista Alana Maldonado, tricampeã na categoria até 70 quilos (kg) da classe J2 (baixa visão), e o paraibano Wilians Araújo, que foi bi na categoria acima de 95 kg da classe J1 (cego total).
Destaque também à final 100% brasileira entre judocas acima de 70 kg da classe J2, marcada pela vitória de Rebeca Silva sobre a também paulista Meg Emmerich. E aos ouros inéditos da carioca Brenda Freitas na categoria até 70kg e da potiguar Rosi Andrade na categoria até 52 kg, ambos na classe J1.
No Mundial de canoagem, em Milão, o sul-mato-grossense Fernando Rufino conquistou o único ouro brasileiro, nos 200 metros (m) da classe VL2 (atletas que utilizam tronco e braços na remada).
Mesmo desempenho do Brasil no Mundial de ciclismo de estrada, em Ronce, na Bélgica, que teve o paulista Lauro Chaman assegurando o tricampeonato da prova de resistência da classe C5 (deficiências moderadas de membros superiores).
Em setembro veio o Mundial de Natação em Singapura. A briga pelo topo do quadro de medalhas foi equilibrada, com a Itália encabeçando a lista com 18 ouros.
Já no mês de outubro, o Brasil fez história em Nova Déli, com a seleção de atletismo terminando o Mundial da Índia no topo, com 15 ouros, 20 pratas e nove bronzes.
A acreana Jerusa Geber conquistou dois ouros, sendo tetracampeã dos 100 m rasos da classe T11 (cego total).