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© Paulo Pinto/Agência Brasil
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Em São Paulo, aproximadamente 42,4 mil pessoas protestaram na Avenida Paulista contra a possível anistia a condenados por tentativa de golpe de Estado e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que exige autorização do Congresso para processar parlamentares criminalmente. O levantamento do número de participantes é do Monitor do Debate Político no Meio Digital, da Universidade de São Paulo (USP).

As manifestações se estenderam por 33 cidades, abrangendo todas as capitais do país. Os participantes criticaram o Congresso Nacional e demandaram a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, já condenado a 27 anos de prisão por crimes como tentativa de golpe de Estado e organização criminosa.

As manifestações foram organizadas pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, ligadas ao PSOL, PT e a movimentos populares. O ato contou com a participação de sindicatos, grupos estudantis, artistas e movimentos sociais, incluindo o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), além de outros partidos de esquerda e centro-esquerda.

Um professor universitário de Serviço Social que participou do ato destacou a importância da luta pela democracia e contra o retrocesso de conquistas constitucionais de 1988. Uma professora aposentada expressou seu receio de um possível retorno da ditadura no Brasil, argumentando que a PEC da Blindagem poderia facilitar esse cenário. Um professor de artes marciais levou sua filha de 12 anos para o ato, visando demonstrar a importância da manifestação popular e incentivar sua participação cívica desde cedo. Uma representante do povo Pataxó defendeu a união de todos os povos na luta contra a impunidade e as “atrocidades” que o Congresso possa cometer.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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