PUBLICIDADE

Taça da Libertadores da América - Foto: Divulgação/Conmebol
Taça da Libertadores da América - Foto: Divulgação/Conmebol

A final da Copa Libertadores, agendada para 29 de novembro no Estádio Monumental, em Lima, está sob avaliação da Conmebol. A capital peruana foi declarada em estado de emergência por 30 dias pelo governo do país, em resposta ao aumento da violência urbana. A medida, que também se aplica à cidade de Callao, permite que as forças armadas patrulhem as ruas e que liberdades públicas sejam restringidas ou suspensas.

A Conmebol, embora mantenha a decisão de realizar a final em Lima, acompanha a situação de perto e está em contato constante com as autoridades locais. A instabilidade política no Peru se intensificou após a destituição da então presidente Dina Boluarte, em 10 de outubro, sob a acusação de “incapacidade moral”.

Palmeiras e Flamengo, únicos representantes brasileiros nas semifinais da competição, aguardam o desfecho da situação. Representantes dos clubes, incluindo a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, e o mandatário do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, se reuniram recentemente com a Conmebol, mas a instabilidade em Lima não foi tema da reunião.

O Flamengo enfrentará o Racing no Maracanã, em partida válida pela semifinal da Libertadores. O Palmeiras, por sua vez, jogará contra a LDU em Quito. Os jogos de volta estão marcados para 29 e 30 de outubro, respectivamente.

Embora a Conmebol ainda não tenha se manifestado sobre um plano B, a cidade de Assunção, no Paraguai, surge como possível alternativa. A capital paraguaia sediará a final da Copa Sul-Americana, uma semana antes, em 22 de novembro.

A mudança de sede da final da Libertadores não seria inédita. Em 2019, a partida entre Flamengo e River Plate foi transferida de Santiago, no Chile, para Lima, devido a protestos no país.

Fonte: www.folhape.com.br

Destaques Alagoas em Dia

Relacionadas

Menu