PUBLICIDADE

Delegacia de Juiz de Fora Luiza Sudré/g1
Delegacia de Juiz de Fora Luiza Sudré/g1

O caso da morte de uma menina de 6 anos e a internação em estado grave da mãe, de 34 anos, por suspeita de envenenamento, está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) em Juiz de Fora. Ambos foram internados na Unidade Regional Leste no dia 9 de abril, apresentando sintomas semelhantes que levaram a um quadro crítico.

Desdobramentos do caso: hospitalização e morte

A menina foi transferida para o Hospital Maternidade Therezinha de Jesus, mas faleceu no dia seguinte. A mãe, que também apresentava sintomas graves, foi levada ao Hospital Doutor João Penido, onde permanece internada. A delegada responsável, Bianca Mondaini, aguarda a conclusão dos laudos periciais para determinar as causas da intoxicação.

Sintomas e evidências coletadas

Os sintomas relatados incluem vômito, salivação excessiva e parada cardiorrespiratória. A polícia recolheu um prato com restos de macarrão instantâneo da residência das vítimas, que será analisado. Um familiar relatou a presença de partículas semelhantes a um raticida no chocolate encontrado na casa, mas isso ainda não foi confirmado por exames.

Estado de saúde da mãe e investigações em andamento

A mulher, que chegou ao hospital consciente, evoluiu para um quadro crítico semelhante ao da filha. A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) não divulgará mais informações sobre seu estado de saúde devido à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A Polícia Civil segue investigando o caso, com inquérito aberto e exames periciais solicitados.

Expectativas e próximos passos da investigação

Atualmente, não há confirmação oficial de envenenamento, mas a hipótese é considerada com base nos sintomas e evidências encontradas. A conclusão dos laudos periciais será crucial para determinar as causas da intoxicação e os responsáveis pelo incidente.

O caso levanta questões sobre a segurança alimentar e a necessidade de uma investigação minuciosa para garantir a justiça e a proteção de outras possíveis vítimas.

Fonte: g1.globo.com

Destaques Alagoas em Dia

Relacionadas

Menu